
(estrofe 1) Noé recebeu o aviso do céu, um mundo em ruína, um destino cruel, mas Cristo nos mostra um Deus diferente, que salva a todos, que abraça a gente. (estrofe 2) A chuva caía, ceifando crianças, inocentes sem culpa, sem esperança, mas Cristo revela a face do amor, que nunca destrói, só cura a dor. (estrofe 3) A arca erguida, poucos a entrar, e muitos clamando sem voz pra salvar, mas Cristo nos guia, não deixa ninguém, é porto seguro, é vida também. (refrão) Um Deus amoroso não ceifa inocentes, não pune crianças, nem corações crentes, em Cristo encontramos justiça e perdão, não rios de morte, mas nova canção. (estrofe 4) O texto pintava um Deus que castiga, mas Cristo anuncia o Pai que mitiga, não águas de ira, mas fontes de luz, abrindo caminhos na cruz de Jesus. (estrofe 5) Na enchente antiga vi só perdição, mas hoje percebo o erro da visão, pois Deus não afoga, mas dá salvação, ergue o caído, segura a mão. (estrofe 6) A memória do dilúvio ecoou no passado, mas Cristo é o arco que brilha ao lado, aliança de vida, promessa de bem, jamais aniquila, restaura também. (refrão) Um Deus amoroso não ceifa inocentes, não pune crianças, nem corações crentes, em Cristo encontramos justiça e perdão, não rios de morte, mas nova canção. (estrofe 7) E eu, tão cego, preguei destruição, pintando vingança como salvação, mas Cristo me chama a novo saber, um Pai compassivo que faz renascer. (estrofe 8) Hoje proclamo com toda verdade: Deus é ternura, justiça e bondade, não manda dilúvios, não fere ninguém, em Cristo há vida que nunca tem fim. (ponte) Lamento as palavras que outrora lancei, defendendo um Deus que jamais encontrei, bati contra o fraco, chamei de pecado, mas Cristo me achou e me restaurado. (refrão) Um Deus amoroso não ceifa inocentes, não pune crianças, nem corações crentes, em Cristo encontramos justiça e perdão, não rios de morte, mas nova canção. (refrão final) Teu amor ficou quando a lei me cegou, na minha ignorância, Tua graça restou, os homens buscavam um Deus de terror, mas Tu revelaste o eterno amor.

