
(estrofe 1) No ano do rei Acaz, Oseias começou a reinar, Nove anos em Samaria viu Israel vacilar. Fez o que era mau aos olhos do Senhor, Mas menos que outros reis em seu desamor. Salmaneser subiu e o fez servo tributário, Recebendo prata e ouro em gesto necessário. Mas Oseias buscou no Egito outro aliado, E o rei da Assíria o deixou aprisionado. (estrofe 2) Três anos Samaria resistiu sob aflição, Até que caiu cativa pela força da invasão. Israel foi levado para Hala e para Habor, Junto ao rio Gozã, em exílio e dor. Também às cidades dos medos foi espalhado, Como folhas secas pelo vento carregado. A cidade ficou vazia, sem canto e sem lar, E a história mudou de lugar. (estrofe 3) Porque temeram outros deuses e deixaram o Senhor, Seguiram costumes estranhos, longe do primeiro amor. Levantaram altos e colunas em toda habitação, Debaixo de árvores verdes acenderam devoção. Queimaram filhos no fogo e buscaram adivinhação, Rejeitando profetas e sua exortação. Por isso o narrador diz que Israel foi removido, E o reino do norte ficou abatido. (refrão) A história vê castigo onde houve desolação, Mas Jesus revela o Pai como pura compaixão. Ele não destrói cidades para ensinar correção, Antes chora sobre elas com amor no coração. Permanece verdadeiro o chamado à conversão, À justiça, à humildade e à misericórdia em ação. O que produz amor ao próximo é divina inspiração, E o que semeia medo é leitura da tradição. (refrão especial) Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção: O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação. O que for de orgulho e vaidade, é religiosidade sem Jesus, Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz. Todo mundo é amado de Deus, Ele não maltrata ninguém, Cada cultura O entende diferente, como entre nós acontece também. Para a Bíblia e pra tudo no mundo, Jesus é o melhor que Deus nos deu, Pra sabermos o que seja Sua Palavra, e os acréscimos de quem O descreveu. (estrofe 4) Vieram povos de Babel, de Cuta e de Hamate, E habitaram Samaria em novo combate. Leões surgiram no campo, segundo a narração, E pediram um sacerdote para ensinar religião. Cada povo fez seus deuses e os pôs em seu lugar, Mas também aprendeu o nome do Senhor a honrar. Temiam e serviam, em dupla devoção, Misturando memórias na mesma oração. (estrofe 5) Até aquele tempo seguiam tal costume plural, Temendo ao Senhor e ao deus local. Não guardavam plenamente estatuto ou mandamento, Segundo o relato e seu discernimento. Mas os filhos de Jacó tinham antiga vocação, De ouvir e amar a Deus com todo o coração. E assim termina o capítulo, entre exílio e memória, Com povos diversos compondo outra história. (refrão) A história vê castigo onde houve desolação, Mas Jesus revela o Pai como pura compaixão. Ele não destrói cidades para ensinar correção, Antes chora sobre elas com amor no coração. Permanece verdadeiro o chamado à conversão, À justiça, à humildade e à misericórdia em ação. O que produz amor ao próximo é divina inspiração, E o que semeia medo é leitura da tradição. (refrão especial) Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção: O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação. O que for de orgulho e vaidade, é religiosidade sem Jesus, Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz. Todo mundo é amado de Deus, Ele não maltrata ninguém, Cada cultura O entende diferente, como entre nós acontece também. Para a Bíblia e pra tudo no mundo, Jesus é o melhor que Deus nos deu, Pra sabermos o que seja Sua Palavra, e os acréscimos de quem O descreveu.

