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A pena de morte para o filho rebelde

(estrofe 1) Falaram de um filho entregue ao juízo, Sem mais esperança de novo viver; Mas teu coração nunca perde o sorriso Ao ver um perdido voltar a crescer. (estrofe 2) Contaram-me pedras erguidas no vento, Como se encerrassem a dor do pecar; Mas vi teu perdão vencer o tormento, Chamando o caído de volta ao lar. (estrofe 3) A culpa vestia pesadas correntes, Fechando caminhos ao arrependido; Mas tua bondade, em gestos tão santos, Restitui a vida ao filho perdido. (estrofe 4) Ouvi que o castigo seria a resposta Ao jovem rebelde sem direção; Mas vi tua graça deixando entreaberta A porta da restauração. (refrão) Perdão, Senhor, não és o Jeová que imaginei; Não entregas teus filhos às pedras da condenação. Jesus revelou o Pai que abraça quem se perdeu, e encontrei O Deus cuja justiça floresce na reconciliação. (estrofe 5) O pai da parábola corre sorrindo, Sem exigir méritos para acolher; Enquanto o passado vai desaparecendo, O amor faz o futuro renascer. (estrofe 6) O anel devolve a antiga aliança, A túnica cobre a vergonha também; Teu Reino restaura a viva esperança, Chamando de filho quem volta ao bem. (estrofe 7) Não foi o rigor que refez o caminho, Nem a sentença produziu conversão; Foi o abraço vencendo o espinho, Curando as feridas do coração. (refrão) Perdão, Senhor, não és o Jeová que imaginei; Não entregas teus filhos às pedras da condenação. Jesus revelou o Pai que abraça quem se perdeu, e encontrei O Deus cuja justiça floresce na reconciliação. (estrofe 8) Teu olhar não procura apenas a falta, Mas a centelha que insiste em brilhar; Mesmo na alma cansada e maltratada, Teu amor a convida a recomeçar. (estrofe 9) Os campos celebram a volta do filho, A casa inteira se enche de canção; Pois tua alegria resplandece em brilho Quando renasce um coração. (estrofe 10) Hoje contemplo o Pai da parábola eterna, Correndo ao encontro do filho a chorar; Não vejo um juiz preparando a caverna, Mas um Deus disposto a restaurar. (ponte) Quanto tempo pensei que tua santidade exigia eliminar quem fracassava, Como se tua glória dependesse da perda de teus próprios filhos. Hoje percebo que tua perfeição sempre recuperava quem tropeçava, Pois em Cristo descobri que teu amor supera todos os exílios. (refrão) Perdão, Senhor, não és o Jeová que imaginei; Não entregas teus filhos às pedras da condenação. Jesus revelou o Pai que abraça quem se perdeu, e encontrei O Deus cuja justiça floresce na reconciliação. (refrão final) Agora descanso em Jesus, eterno Pai de amor; Jamais abandonarás quem retorna ao teu calor. Deus conosco, imutável em graça e favor, Pois tua essência é salvar, restaurar e ser Amor.