Duas mulheres reinam nesta vida como dois anjos num comum andor: é minha mãe, na sua eterna lida, e minha amada, com seu meigo amor. A primeira educou-me decidida chorando, se eu chorava, a mesma dor e a segunda deitou-me na ferida toda a pureza de seu ser em flor. Quando em meu peito o derradeiro alento misturar-se ao espaço à voz do vento mostrando-me o momento da partida, retornarei a Deus, sem esquecer a doce mãe, que me ensinou viver, e o grande amor, que me mostrou a vida... A vida... A vida...