
[Intro] [Instrumental long intro] [Spoken voice] FALAR DE UM NÊUROCIENTISTA QUE INTÉGRA CIÊNCIA, SONHOS, ANCÊSTRALIDADE, POLÍTICA, EDUCAÇÃO E CONSCIÊNCIA, DEFENDENDO QUE IMAGINAR É UM ATO BIOLÓGICO E TAMBÉM POLÍTICO. VÊJAM ENTÃO ALGUNS DOS PRINCIPAIS PENSAMENTOS DE: SIDÁRTA RIBEIRO! [Spoken voice] No oráculo da noite os sonhos não são lixo mental: eles organizam a memória, criam simulações do futuro e conéctam ciência moderna e saberes ancestrais. Sonhar é uma tecnologia natural da mente. [Verse 1] [Poetry] “Enquanto o corpo dorme, o mundo acorda em mim, No sonho eu treino o amanhã que ainda vai vir. Não é delírio, é ciência em mutação, O oráculo da noite é a mente em expansão.” [Bridge] [Spoken voice] As flores do bem são substâncias psicoativas, ayahuasca, cogumelos, cannábis. Elas não são apenas drogas, são ferramentas culturais, terapêuticas e espirituais. A criminalização é política, não científica e a defesa da ciência tem que ser com ética e ancestralidade. [Verse 2] [Poetry] “Não é veneno, é saber esquecido, Flor proibida num mundo ferido. A cura nasce fora da prisão, Consciência livre é revolução.” [Bridge] [Spoken voice] O sonho manifesto onde sonhar não é só dormir, sonhar é imaginar futuros coletivos. A política precisa de imaginação e, sem sonho, a democracia colapsa. Uma mistura de neurociência, crítica social e utopia concreta. [Verse 3] [Poetry] “Sem sonho não há povo, só repetição. O futuro nasce primeiro na imaginação. Manifesto é verbo em construção. Sonhar junto é ação.” [Bridge] [Spoken voice] Na ciência do sonho, dormir é essencial para aprender, criar e existir. A sociedade do cansaço adoece a mente. Privar o sono é forma de controle. Dormir bem é ato de resistência. [Verse 4] [Poetry] “Num mundo exausto que não quer parar, Dormir é coragem, é se preservar. Se o sistema lucra com a privação, Descansar é rebelião.” [Instrumental long outro] [Outro] [End]

