
(Verso 1) Os ponteiros do relógio giram sem parar Cada segundo parece uma eternidade a durar A angústia cresce, a dúvida aperta Será que a resposta trará alegria ou tristeza? (Refrão) No silêncio da espera, a alma se consome Em pensamentos que vão e vêm, como um rio que corre A cada passo, a cada instante, a esperança se acende De que a resposta traga paz, e a vida se regenere (Verso 2) Imagens do futuro se formam na mente Um caminho de felicidade, ou um tormento presente A incerteza paira no ar, como um fantasma cruel Trazendo consigo o medo e o desgosto, que me fazem tremer (Refrão) No silêncio da espera, o coração se consome Em pensamentos que vão e vêm, como um rio que corre A cada passo, a cada instante, a esperança se acende De que a resposta traga paz, e a vida se regenere (Ponte) Mas no fundo do meu ser, uma voz me diz Que a fé e a força interior me farão resistir Que a espera, por mais difícil que seja, terá um fim E que a resposta, quando chegar, trará consigo o recomeço No silêncio da espera (ah, ah ah, ah ah ah, aaaahhhh) No silêncio, no silêncio (oh oh oh oh) [Refrão, vozes ao mesmo tempo] No silêncio da espera, o coração se consome (No silêncio, no silêncio) Em pensamentos que vão e vêm, como um rio que corre (No silêncio, no silêncio) A cada passo, a cada instante, a esperança se acende (No silêncio, no silêncio) De que a resposta traga paz, e a vida se regenere (No silêncio, no silêncio) No silêncio da espera (ah, ah ah, ah ah ah, aaaahhhh) No silêncio, no silêncio (oh oh oh oh) [End]

