
9 - Pesar dos Quatro Ventos
[Intro] "Oh, vento que leva o lamento, a dor..." [Verso] A poeira da estrada, no peito, a saudade. O sol se esconde no véu da cidade. Luvas de alma na mão, o tesouro achado, Mas falta um irmão, o amigo amado. [Refrão] Oh, vento que leva o lamento, a dor. Vem me abraçar, fala do seu amor. A missão está feita, o monge a salvo, Mas a canção é um canto de adeus, um pranto calmo. [Verso] Lembra de Grundar, muralha da terra? Seu peito quebrado, o fim da guerra. Protegendo a água do golpe fatal, A força da rocha, um adeus astral. [Refrão] Oh, vento que leva o lamento, a dor. Vem me abraçar, fala do seu amor. A missão está feita, o monge a salvo, Mas a canção é um canto de adeus, um pranto calmo. [Verso] Agora o mestre respira, livre enfim. Sua alma em paz, no templo sem fim. Os ventos de Síbyllo o recebem lá, Enquanto choramos, por quem não está. [Refrão] Oh, vento que leva o lamento, a dor. Vem me abraçar, fala do seu amor. A missão está feita, o monge a salvo, Mas a canção é um canto de adeus, um pranto calmo. [Ponte] Os heróis voltaram, a bandeira no ar, Mas uma sombra na alma, pra sempre vai ficar. A glória é amarga, o preço é pesado, Sem a risada do amigo, o guerreiro amado. [Refrão Final] Oh, vento que leva o lamento, a dor. Vem me abraçar, fala do seu amor. A missão está feita, o monge a salvo, Mas a canção é um canto de adeus, um pranto calmo.

