
(estrofe 1) Moisés falou ao povo: “Minha força já se vai, Tenho cento e vinte anos, já não sigo como outrora vai. Não passarei o Jordão, pois o Senhor irá adiante, Ele derrotará as nações, forte e constante. Josué vos guiará, conforme prometeu, E tereis coragem, pois o Senhor vos protegeu. Não temais inimigos, que a estrada não vos pare, Pois Deus caminha convosco, e nunca vos deixará à margem.” (estrofe 2) Chamou então Josué diante de todo Israel, E disse: “Sê forte, o caminho será fiel. O Senhor vai contigo, não te deixará ao léu, E a terra prometida será teu novo céu. Não temas batalhas, nem sombras que surgirão, Pois Deus te sustentará com firme proteção. Segue o povo inteiro com ânimo e valor, Cada passo sustentado pelo Senhor.” (estrofe 3) Escreveu Moisés a Lei e aos levitas entregou, Para ao lado da arca guardarem o que Deus ordenou. Nas festas dos anos, quando o povo se reunir, A Lei será lida para grandes e pequenos ouvir. Para que aprendam o temor e sigam o bom mandado, E que seus filhos cresçam no caminho ensinado. Assim, geração após geração, lembrarão a lição, De servir ao Senhor sem perder a direção. (refrão – após estrofe 3) Guarda a Lei como espelho daquilo que se vive, Recorda o pacto antigo que a memória revive. Entre fidelidade e queda, Israel sempre caminha, Mas Deus chama à luz quem d’Ele não se desvincula. (refrão especial – antes da estrofe 4) Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção: O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação. O que não for coerente com a vida e ensinos de Jesus, É acréscimo de quem escreveu, não nos serve como luz. Deus é todo amor, nada exige, nem maltrata ninguém, Moisés e outros não entenderam, como nós falhamos também. Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o guia que Deus nos deu, De saber o que é Palavra, e o acréscimo de quem escreveu. (estrofe 4) O Senhor chamou Moisés e Josué ao Tabernáculo da nuvem, E disse que Israel se desviaria, buscando outro refúgio. Levantariam deuses estranhos, rompendo o pacto selado, E o Senhor ocultaria o rosto pelo povo ter falhado. Moisés escreveria um cântico, testemunho no futuro, Para lembrar a Israel seu caminho inseguro. E seria cantado quando viessem tempos de rebeldia, Para recordar a aliança que um dia os guiaria. (estrofe 5) Moisés concluiu a escrita e ao povo anunciou, Que após sua partida a rebeldia se levantaria, e o mal brotou. Ordenou que o livro fosse guardado como testemunha final, Pois conhecia o coração duro e o desvio habitual. Fez soar o cântico diante de toda congregação, Para que a memória lutasse contra toda tentação. E assim encerra o capítulo com o povo a escutar, As palavras de Moisés que a história iria guardar. (refrão – após estrofe 5) Guarda a Lei como espelho daquilo que se vive, Recorda o pacto antigo que a memória revive. Entre fidelidade e queda, Israel sempre caminha, Mas Deus chama à luz quem d’Ele não se desvincula. (refrão especial – final do poema) Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção: O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação. O que não for coerente com a vida e ensinos de Jesus, É acréscimo de quem escreveu, não nos serve como luz. Deus é todo amor, nada exige, nem maltrata ninguém, Moisés e outros não entenderam, como nós falhamos também. Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o guia que Deus nos deu, De saber o que é Palavra, e o acréscimo de quem escreveu.

