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O Nome que Ficou

V5.5

O jovem deixou Żnin com a espada na mão, Levando no peito a memória do seu chão. As terras de Pałuki ficaram para trás, Mas o fogo de casa não se apaga jamais. O mundo mudava, uma nova era surgia, A dinastia dos Jagelões sobre a Polônia crescia. Casimiro IV Jagelão reinava então, E novos caminhos chamavam para a ação. O nome ficou, o tempo passou, De uma velha terra para o mundo caminhou. Do pão de Żnin ao brilho do aço, Uma história nasceu a cada passo. Piekarzewicz — nome de raiz, Memória de uma terra, de um povo e de um país. O forno ficou, mas o caminho seguiu, E aquilo que nasceu em Żnin nunca sumiu. Em Wągrowiec, entre preces, ouviu-se a oração, E em Bobrowniki ficou outra lembrança então. Entre monges, caminhos, serviço e dever, Seguiu sua estrada sem deixar de crer. Não esqueceu o lar que havia deixado, Nem o pão que seu pai havia preparado. A espada não apagou aquilo que aprendeu: O valor da família que atrás deixou. Pelo pão, pela terra, pela honra e pela fé, Seguiu seu caminho, permanecendo de pé. E onde quer que a estrada o levasse depois, O nome de sua família seguia com ele. O nome ficou, o tempo passou, De uma velha terra para o mundo caminhou. Do pão de Żnin ao brilho do aço, Uma história nasceu a cada passo. Piekarzewicz — nome de raiz, Memória de uma terra, de um povo e de um país. O forno ficou, mas o caminho seguiu, E aquilo que nasceu em Żnin nunca sumiu. Século após século, a memória atravessou, O tempo levou pessoas, mas o nome permaneceu. Mudaram as fronteiras, mudaram os caminhos, Mas uma raiz sobrevive a muitos destinos. De longe ou de perto, onde a vida os levar, Quem traz esse nome tem uma história para contar. E quando alguém pergunta de onde ele veio, Há uma velha terra guardada no peito. O nome ficou, o tempo passou, De Pałuki para longe sua história caminhou. Do forno de Żnin ao mundo inteiro, Permanece a memória do antigo padeiro. Piekarzewicz — nome de raiz, Nome que atravessa o tempo e o país. O fogo se apaga, a espada repousa, Mas o nome permanece, e a memória não morre. Ê, ê, Piekarzewicz! O nome ficou! Ê, ê, Piekarzewicz! O tempo passou! De Żnin para o mundo, A história chegou. Piekarzewicz... O nome ficou.