
(estrofe 1) Amar é curvar o orgulho ao chão, e ver grandeza em quem errou, é entender que o coração, é templo que o perdão consagrou. ... (estrofe 2) Na humildade, o amor floresce, como lírio em solo ferido, pois quem ama, não esquece, que o outro também é redimido. ... (estrofe 3) Amar é ver no imperfeito a beleza que o tempo moldou, é aceitar que o defeito faz parte de quem Deus formou. ... (refrão) Amor é humildade, que vence o ego e a vaidade, reconhece a dignidade, mesmo na fragilidade. ... (estrofe 4) Quem se humilha aprende o valor, de ouvir o silêncio da dor, pois o amor, quando se faz menor, torna o outro ainda maior. ... (estrofe 5) É ajoelhar-se no gesto sereno, diante da ira, oferecer paz, pois o coração que é pleno, perdoa antes e sempre refaz. ... (estrofe 6) Amor é aceitar o espinho, sem culpar quem o deixou, é seguir o mesmo caminho que Cristo, em lágrimas, trilhou. ... (refrão) Amor é humildade, que vence o ego e a vaidade, reconhece a dignidade, mesmo na fragilidade. ... (estrofe 7) Na casa do amor verdadeiro, não há tronos, nem servidão, há um servir por inteiro, de alma, de fé, de compaixão. ... (estrofe 8) Pois quem ama, desce primeiro, e sobe no espírito em luz, a humildade é o derradeiro passo de quem segue Jesus. ... (ponte) Mas tantas vezes me perco em mim, buscando ter razão em vez de amar, fecho portas que abrem o fim, e esqueço de me rebaixar. ... (refrão) Amor é humildade, que vence o ego e a vaidade, reconhece a dignidade, mesmo na fragilidade. ... (refrão final) Jesus lavou pés cansados, sem glória, sem exibição, Deus guia os corações quebrantados, a viver o amor na humilhação.

