
[intro] [Verse 1] Quando um fraco com seu pau de fogo, Senta o dedo na cara de um coitado; e esse, tem seus miolos grudados na parede de um boteco sujo, fedorento, mal lavado, você diz: Tá aí mais um desgraçado, um perdido, coitado... Se fudeu nos obstáculos deste mundo tresloucado. [Verse2] E você diz também: Riminha pobre, nojenta, muitas vezes fedorenta, que entra em meus ouvidos gritando coisas que não quero ouvir. E mesmo se continuar a ler, Depois esqueço, me distraio na propaganda, no intervalo. [Verse 3] Mas a história continua igual, semelhante, Talvez em uma repetição constante de um maldito pleonasmo! Nas esquinas das São Paulos, dos Líbanos, dos Bronks, Dos rappers assassinados. 2pacs pretos, Túpac Amaru, Do sangue negro, índio, mestiço europeu amarelado. [Chorus] Mas mesmo com a riminha pobre, eu não ficarei mais calado, pois eu Sou uma travesti gisele comendo o seu rabo. Sou o negão da esquina, que você desvia e "vaza", correndo para o seu condomínio do Smile dizendo: Sorria, Brother, você está sendo filmado! [Verse4] Sou o falso perfil do seu insta anabolizado, Sou o Ticano da Soup Opera, do Soccer, invadindo seu server, inventando modos estranhos de se comunicar pelos cabos. Sou uma espécie de Shakira embrenhada em suas narinas, sacudindo, hablando sin parar em movimentos aspirados, rápidos, enamorados. [bridge] Soy Loco por tí blanquita! Soy loco por tí America! Soy loco por tí verdita! Sou o século 21 cuspindo o resto, a xepa, Do fim da feira desse mundinho infeliz e mal amado! [Chorus] Mas mesmo com a riminha pobre, eu não ficarei mais calado, pois eu Sou uma travesti gisele comendo o seu rabo. Sou o negão da esquina, que você desvia e "vaza", correndo para o seu condomínio do Smile dizendo: Sorria, Brother, você está sendo filmado!

