
(estrofe 1) Ser luz do mundo é brilhar sem vaidade, É refletir amor, sem buscar autoridade. Como o sol aquece e a lua clareia, A alma generosa ilumina a aldeia. (estrofe 2) Mas quem só olha para o que não tem, Se perde em vazios que não levam a bem. A gratidão é farol na noite escura, Sem ela, o coração vive em amargura. (estrofe 3) Quando a queixa constante toma lugar, A chama da vida começa a apagar. Mas quem celebra até o pouco que vem, Descobre riqueza no que parece desdém. (refrão) Gratidão é chama que insiste em brilhar, Quem foca no bem não deixa apagar. A luz se renova no gesto do bem, E quem agradece tem sempre além. (estrofe 4) Ser luz é saber que a vida é um presente, Que brilha melhor em coração contente. A gratidão multiplica o que é singelo, E faz de cada instante um momento belo. (estrofe 5) Mas quem se prende ao que falta alcançar, Constrói um vazio difícil de habitar. É como acender candeeiro sem azeite, A chama não dura, o frio se deleite. (refrão) Gratidão é chama que insiste em brilhar, Quem foca no bem não deixa apagar. A luz se renova no gesto do bem, E quem agradece tem sempre além. (estrofe 6) Ser luz é caminho de amor e esperança, Que nasce no peito de quem se balança. Entre falta e fartura, o coração decide, Se apaga na sombra ou se acende e divide. (estrofe 7) Não cultivar gratidão é perder a visão, De que até no pouco há sempre canção. Mas quem escolhe acender sua luz, Reflete no mundo a bondade de Jesus. (refrão) Gratidão é chama que insiste em brilhar, Quem foca no bem não deixa apagar. A luz se renova no gesto do bem, E quem agradece tem sempre além.

