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LINGUAGEM ÚNICA E CASTIGO DA CONFUSÃO 2

(estrofe 1) Na torre se ergueu a voz da vaidade, Um Deus descrito em ciúme e temor, Confunde palavras, divide a cidade, Como se o caos fosse sinal de vigor. (estrofe 2) Mas Cristo nos mostra outro coração, Que une os dispersos, desfaz o rancor, Na cruz o diálogo vence a divisão, E em Pentecostes explode o amor. (estrofe 3) Jeová castiga com língua partida, O Filho ensina a ternura sentida, Na comunhão toda dor é vencida, E a paz floresce na estrada seguida. (refrão) Jesus ensina unidade e reconciliação, Não confusão forçada, nem divisão. Deus é clareza, ternura e perdão, Amor que constrói eterna união. (estrofe 4) As línguas que antes geraram espanto, Em Atos se tornam sinais de louvor, O Espírito sopra em harmonia e canto, E o mundo conhece a voz do amor. (estrofe 5) Não é o barulho de guerra e disputa, Mas sim o diálogo que gera a paz, Jesus é a ponte que nunca se oculta, Chamando irmãos de nações tão reais. (estrofe 6) A confusão não vem do eterno Senhor, É fruto da leitura marcada pelo temor. O Cristo revela o Deus sem rancor, Que fala em ternura, bondade e ardor. (refrão) Jesus ensina unidade e reconciliação, Não confusão forçada, nem divisão. Deus é clareza, ternura e perdão, Amor que constrói eterna união. (estrofe 7) Se Babel ergue muros de incompreensão, O evangelho os quebra em revelação. Não mais castigo, mas libertação, Palavra que cura, gesto de união. (estrofe 8) Hoje confesso meu erro passado, Preguei o temor em nome do errado. Agora proclamo o Cristo exaltado, A voz do amor que nunca é negado. (ponte) Lamento o zelo que feriu o irmão, Por crer num Deus de pura opressão. Baseado em Babel, preguei confusão, E só depois vi que era ilusão. (refrão) Jesus ensina unidade e reconciliação, Não confusão forçada, nem divisão. Deus é clareza, ternura e perdão, Amor que constrói eterna união. (refrão final) Mesmo enganado, Ele não me deixou, Na minha cegueira, sempre me amou. Líderes falsos, seu rosto ocultou, Mas o Cristo fiel minha alma guiou.