[Verse 1] Há muito doente por aí Como se fosse importante Falha compulsiva no peito Dia a dia aberrante Dizem-se reis da verdade Do poder, do circo e do medo Mas vivem de cara pintada E tremem quando perdem o credo [Pre-Chorus] Batem no peito, tão altos Mas caem pelo próprio peso Mandam em tudo à frente E por trás só há desprezo Tanta pose na boca Tanta fome de aplauso Quando a máscara racha Fica o vazio no palco [Chorus] Reis do circo, reis do circo Caem de costas, caem já Reis do circo, reis do circo Nem sobra nada cá Reis do circo, reis do circo A verdade vem e dá Reis do circo, reis do circo E o resto vai-se apagar [Verse 2] Têm o olhar de cimento E a mão sempre a apontar Inventam culpa aos outros Para nunca se olharem ao espelho Vivem de fazer barulho De venderem a própria farsa Até que o chão lhes falta E a soberba fica em farrapos [Pre-Chorus] Batem no peito, tão altos Mas caem pelo próprio peso Mandam em tudo à frente E por trás só há desprezo Tanta pose na boca Tanta fome de aplauso Quando a máscara racha Fica o vazio no palco [Chorus] Reis do circo, reis do circo Caem de costas, caem já Reis do circo, reis do circo Nem sobra nada cá Reis do circo, reis do circo A verdade vem e dá Reis do circo, reis do circo E o resto vai-se apagar [Bridge] Olha bem quando tombam Sem coro, sem altar Ficam só com o ruído Do que quiseram calar Tanto nome, tanta aura Tanto passo em falso Até que caiam de costas E não lhes reste nem um palmo [Chorus] Reis do circo, reis do circo Caem de costas, caem já Reis do circo, reis do circo Nem sobra nada cá Reis do circo, reis do circo A verdade vem e dá Reis do circo, reis do circo E o resto vai-se apagar