
(estrofe 1) José foi levado ao Egito estrangeiro, E Potifar o comprou como seu. Mas o Senhor estava com o moço inteiro, E prosperava em tudo o que ocorreu. Achou graça aos olhos do capitão, E sua casa José governou. Desde então veio a multiplicação Do que a mão fiel do servo tocou. (estrofe 2) Era formoso e de boa aparência, A mulher de seu senhor o desejou. “Deita-te comigo” – com insistência, Mas José fugia, fiel como mostrou: “Teu marido confiou em minhas mãos, E não farei tal mal contra o céu!” Ela, furiosa, urde planos vãos, Até que um dia o prende em seu véu. (estrofe 3) Ele foge, deixando a capa no chão, E ela grita, chamando os da casa. Acusa-o com ódio e enganação, Inventa mentira, fala com raiva. Potifar ouve e se enfurece, Põe José no cárcere dos reis. Mas o Senhor, mesmo ali, aparece, E faz José brilhar mais uma vez. (refrão) Mesmo injustiçado e aprisionado, Deus segue agindo com fidelidade. Com José o céu está firmado, E o bem floresce em meio à maldade. (estrofe 4) O carcereiro logo viu a mão de Deus Na vida do hebreu preso e honrado. Entregou a ele os presos seus, Pois tudo dava certo ao seu lado. O Senhor com ele sempre estava, E o que fazia era bem-sucedido. Mesmo na dor, a fé o sustentava, Num caminho justo e ungido. (estrofe 5) Não houve ódio que o fizesse tombar, Nem mentira que o silenciasse. José aprendeu a sempre esperar A justiça que Deus lhe mostrasse. Seu exemplo aponta à eternidade, E brilha nas páginas da verdade. (ponte) Mas saibamos: só é Palavra eterna O que se alinha com o amor de Jesus. Seja em José, ou no monte ou na caverna, A vontade divina é paz, não cruz. (refrão) Mesmo injustiçado e aprisionado, Deus segue agindo com fidelidade. Com José o céu está firmado, E o bem floresce em meio à maldade.

