
(estrofe 1) Contando o Cristianismo, vejo o passado Mulheres caladas, seu brilho contido Vozes silenciadas, poder negado Na igreja antiga, o patriarcado erguido (estrofe 2) Doutrinas escritas por mãos de homens Deturparam princípios de igualdade E o amor de Cristo, em tais domínios Foi cercado de regras e severidade (estrofe 3) Elas foram líderes em segredo, em casa Mas o púlpito lhes negou liberdade Enquanto o mundo ao redor se arrasa As Escrituras viram alvo de vaidade (refrão) O caminho do amor não tem gênero Cristo chamou a todos com mesma voz Liberdade e dignidade são o mistério Que a fé verdadeira sempre nos conduz (estrofe 4) E ainda hoje ecos do passado permanecem Estruturas antigas tentam justificar O brilho da mulher que não se rende Às correntes que tentam a limitar (estrofe 5) Mas o evangelho é maior que regras frias Ele desperta talentos, promove igualdade O amor que salva rompe hierarquias E conduz à justiça, com serenidade (refrão) O caminho do amor não tem gênero Cristo chamou a todos com mesma voz Liberdade e dignidade são o mistério Que a fé verdadeira sempre nos conduz (estrofe 6) Cada história de mulher é semente viva Que floresce onde a fé encontra razão Não há hierarquia que a exclua ou repriva O espírito de Deus dá a mesma visão (estrofe 7) Contando o Cristianismo com olhos abertos Vemos o chamado de Cristo sem restrição Igualdade é luz entre mundos desertos E justiça divina, pulsando no coração (refrão) O caminho do amor não tem gênero Cristo chamou a todos com mesma voz Liberdade e dignidade são o mistério Que a fé verdadeira sempre nos conduz

