
Verso I Bandeira negra ao vento erguida Motores uivam — começa a corrida Cromado e sombra, aço a mandar Irmãos jurados — sem recuar Linhas brancas sangram no chão Há verdades sem explicação Sem porto seguro, sem proteção Só trovão… só combustão Pré-Refrão Ouve o chamamento, som de ferro Destino selado — presos ao asfalto Refrão (Drop electrónico + Guitarra Portuguesa) Bandeira negra na estrada Dark Riders na madrugada Pela noite, pela chama Rodamos com honra — não por fama Fica firme, ergue a mão Nascidos para esta missão Sangue português, orgulho sem fim A estrada não manda em mim (Repetição crescente techno) Bandeira negra… na estrada… Na estrada… na estrada… Verso II Estrelas frias sobre nós Nomes gravados na nossa voz Cada perda é cicatriz Cada farol um país Não ajoelhamos, não cedemos Fomos feitos do que vivemos A estrada leva corpo e dor Mas nunca leva o nosso valor Pré-Refrão Sem falsos deuses, sem ilusão Só fogo vivo no coração Refrão (Mais intenso, batida mais pesada) Bandeira negra na estrada Dark Riders na madrugada Entre o fogo e a escuridão Guiamos com fé no coração Punho erguido, sente o chão Motor a bater no peito, irmão Sangue português, raça e raiz Somos estrada — somos país Ponte (Fado puro → Build electrónico) Se a noite chamar pelo meu nome Que o eco arda onde o aço consome Diz aos meus que fiquei de pé Sob bandeira negra… com fé 🔥 Coro crescente, batida entra forte: “BAN-DEI-RA! NE-GRA! RODAR OU MOR-RER!” Refrão Final (Modo Estádio, mas com alma portuguesa) Bandeira negra na estrada Sem medo, sem dívida marcada Dark Riders até ao fim Aço e sangue dentro de mim Ergue o som, ouve o motor Eco eterno do nosso valor Truckers portugueses lado a lado Rodamos como um… até ao fado Outro (Guitarra portuguesa + synth atmosférico) Bandeira ao vento… Motores vivos.

