[Verso 1] Nasce o trovão no vale quando ele ergue o punho terra rachada, ferro quente o céu inclina o rumo Cariocecus vem de longe na poeira do combate olho de brasa, passo firme ninguém o quebra, ninguém o bate Morre a paz à sua porta quando o seu nome cai e as colheitas guardam medo do deus que a cinza traz [Pré-Refrão] Ouvem-se escudos a tremer sob o peso do seu nome o vento aprende a recuar quando a noite o consome Ergue-se a chama no peito bate mais fundo, mais alto vem a guerra, vem a queda vem o salto [Refrão] Cariocecus, fogo e dor Cariocecus, senhor da guerra Cariocecus, quebra o chão Cariocecus, leva a terra (Oh-oh) leva a terra (Oh-oh) quebra o chão (Oh-oh) Cariocecus deus do furor e destruição [Verso 2] Nos campos onde os homens juram vencer ou morrer ele sopra sobre as lanças e faz o medo crescer Há sangue nas runas velhas há pó nas mãos do rei quando a noite cai sem dó é nele que eu fiquei Com o bronze a cantar alto e o lume a devorar cada passo abre ruína cada grito faz acordar [Pré-Refrão] Ouvem-se escudos a tremer sob o peso do seu nome o vento aprende a recuar quando a noite o consome Ergue-se a chama no peito bate mais fundo, mais alto vem a guerra, vem a queda vem o salto [Refrão] Cariocecus, fogo e dor Cariocecus, senhor da guerra Cariocecus, quebra o chão Cariocecus, leva a terra (Oh-oh) leva a terra (Oh-oh) quebra o chão (Oh-oh) Cariocecus deus do furor e destruição [Ponte] Mas quando a cinza assentar e o silêncio vier sem cor fica a marca do seu passo como um selo de terror Não é só fim, é destino não é só mal, é visão ele destrói para nascer na palma da escuridão [Refrão Final] Cariocecus, fogo e dor Cariocecus, senhor da guerra Cariocecus, quebra o chão Cariocecus, leva a terra (Oh-oh) leva a terra (Oh-oh) quebra o chão (Oh-oh) Cariocecus deus do furor e destruição