Andei no escuro, preso em paredes frias, ouvindo vozes, mentiras repetidas. Mas uma luz rasgou o silêncio em mim, me chamou pra fora, me mostrou o fim. Quem ousa ver além não encontra perdão, o sistema teme a chama que incendeia o coração. Saí da caverna, vi a verdade arder, mesmo que o mundo tente me deter. Chamam de loucura, chamam de traição, mas é liberdade que pulsa em minhas mãos. Vi tantos ídolos erguidos na ilusão, rituais vazios que só prendem a razão. Com Jesus foi igual, quis mostrar o real, e na cruz gritaram: “Não ouse ser imortal.” Quem ousa ver além é chamado de inimigo, mas o medo do sistema é a coragem de um grito. Saí da caverna, vi a verdade arder, mesmo que o mundo tente me deter. Chamam de arrogância, chamam de prisão, mas é a consciência que explode em canção. Podem tentar calar, podem difamar, mas quem conheceu a luz não consegue mais voltar. Saí da caverna, vi a verdade arder, mesmo que o mundo tente me deter. Chamam de loucura, chamam de traição, mas é liberdade que pulsa em minhas mãos.