
(Estrofe 1) No ruído intenso das cidades, Onde o grito abafa a razão, Jesus planta suavidades No coração que busca o irmão. (Estrofe 2) Ele não ergue espada ou muro, Mas mostra o caminho da flor: Ser pacificador no escuro, Com leve jugo e puro amor. (Estrofe 3) Não é ausência de conflito, Mas coragem de silenciar O orgulho amargo, o grito aflito, E com ternura dialogar. (Refrão 1) Que minha vida seja estrada Onde a paz possa florescer, Que em minha fala equilibrada Teu jugo leve possa se ver. (Estrofe 4) É fácil ser justo na teoria, Difícil é ceder no atrito, Mas quem de Jesus se guia Desarma a ira com um gesto bonito. (Estrofe 5) A paz não é uma ideia vazia, Mas fruto que exige plantar. E quem de Cristo faz moradia Aprende o outro a escutar. (Estrofe 6) O pacificador se parece Com o Filho que ensinou perdão. Sua doçura nunca fenece, Mesmo em meio à contradição. (Refrão 2) Que minha vida seja estrada Onde a paz possa florescer, Que em minha fala equilibrada Teu jugo leve possa se ver. (Estrofe 7) Entre debates e opiniões, Que eu leve o diálogo manso. E mesmo em grandes tensões, Seja teu sopro em mim o avanço. (Estrofe 8) Ser chamado filho de Deus É viver no mundo como sal. Trazendo paz dos altos céus Em meio ao caos social. (Ponte) Senhor, dá-me a ocasião De viver tua paz entre os povos. Faz de mim tua comunicação, Entre os velhos e os mais novos. (Refrão 3) Que minha vida seja estrada Onde a paz possa florescer, Que em minha fala equilibrada Teu jugo leve possa se ver. (Refrão Final) Louvado seja o Deus da ternura, Que não pesa como no Sinai, Mas sustenta com doçura E chama à paz em vez de “ai.” Glória por ser diferente do Jeová O que Moisés e os profetas entenderam Que obrigava todo mundo a lhe adorár E, por isto, muitos pereceram

