
(estrofe 1) Cantando a Bíblia, entendo o recado: Deus nunca quis espadas em punho. Em Isaías, o sonho é revelado: Transformar a guerra num mundo mais risonho. (estrofe 2) "Espadas em relhas", diz o profeta, “Jamais se aprenderá a guerrear.” Mas veio a história, crua e inquieta, Usando o nome de Deus pra matar. (estrofe 3) Jesus, no Horto, clamou com dor: “Quem com ferro fere, pelo ferro cairá.” A paz é o selo do seu amor, Mas o homem escolheu a guerra de lá. (refrão) A violência nunca foi plano do alto, É rebeldia contra o Deus de perdão. Só o amor sustenta o eterno asfalto Que leva à paz em qualquer nação. (estrofe 4) Matar em nome do Pai é blasfêmia, Deus não se impõe pela força e opressão. Na cruz, Jesus silencia a epidemia De sangue e dor por religião. (estrofe 5) Cantar as Escrituras é resistir Aos que distorcem seu terno querer. O Reino é paz pra se construir, Não poder terreno pra se vencer. (refrão) A violência nunca foi plano do alto, É rebeldia contra o Deus de perdão. Só o amor sustenta o eterno asfalto Que leva à paz em qualquer nação.

