[Intro: Soft piano chords, vinyl crackle, distant city wind] (Sussurrado: "Nada te devo...") [Verse 1: Intimate, whisper-soft, close to mic] Hoje eu escolho... a porta aberta. Do que eu acreditei, sobrou a incerteza. Das risadas de equipe, o que restou? Só a sombra de quem nunca me olhou. Me despeço das dúvidas que você plantou, Da culpa que eu carreguei... por um erro que não foi meu. [Verse 2: Adding subtle bass note pulse] Me despeço do jeito que você torceu a verdade, Até eu duvidar da minha própria sanidade. Dos silêncios que cortavam mais que faca... Do "eu te amo" que nunca saiu da sua garganta. [Pre-Chorus: Building tension, vocal fry] Me despeço do medo... Da ansiedade quando você desaparecia nos teus perdidos. Do alívio barato de te ver voltar... Só pra me quebrar de novo no dia seguinte. [Chorus: Soulful, melodic belting, powerful emotion] Hoje eu entendo: você não sabe amar. "Não existe amor entre dois homens", você disse... Teu "afeto" foi só controle. Tua empatia? Uma peça que você fingiu. Eu demorei a abrir os olhos, eu sei... Não foi falta de aviso, foi excesso de esperança. Me agarrei na ideia... do que eu inventei sobre você. [Bridge: Stripped back, piano only, raw and desperate] Então hoje, eu preciso soltar essa dor. Ela é a última coisa que ainda me liga a você. Nada te devo. Você nada me deve. Estou livre. [Final Chorus: Maximum intensity, layered harmonies, high-register belting] Estou livre de quem você fingiu ser! Recupero a vida que eu deixei de viver! O seu teatro acabou... A âncora afundou... E eu finalmente... (finalmente...) Estou em paz. [Outro: Fade out with piano and vinyl crackle] Nada te devo. Você nada me deve. Livre. (Obrigado pelo aprendizado) [End]