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Chuva Colide

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V5.5

[Intro – sussurrado, glitch, chuva] Porto… néon… salgueiro… (a chuva não cai, colide) [Verso 1] No Porto a chuva não cai, ela colide, batida sintética que não me larga o salgueiro curva, céu verde ácido, a noite inteira em cima das costas, carga [Pré-refrão – build] corvo branco a cortar o vento frio, caco de vidro a rasgar o céu — olho p’ra trás, mas o corpo vai à frente, não sei se caio, não sei se é voo, meu [Refrão – drop, autotune] boate do fim do mundo, e eu fico, néon no granito a arder devagar solidão absoluta dança comigo, melancolia acelerada — deixa tocar (deixa tocar) (deixa tocar) [Verso 2] passado à esquerda, futuro à direita, um pássaro azul preso no vidro a cidade é de pedra, a luz é de plástico, e eu sou o branco que ninguém previu [Pré-refrão] corvo branco a cortar o vento frio, caco de vidro a rasgar o céu — olho p’ra trás, mas o corpo vai à frente, não sei se caio, não sei se é voo, meu [Refrão] boate do fim do mundo, e eu fico, néon no granito a arder devagar solidão absoluta dança comigo, melancolia acelerada — deixa tocar [Ponte – meio-tempo, despido] se a chuva é só estática, se o fim já está a tocar, deixa o salgueiro curvar-se — que eu aprendo a não quebrar [Drop final – eufórico, distorcido] deixa tocar, deixa tocar o corvo branco não se acende — porque já é luz (deixa tocar) [Outro – sussurrado, fade, chuva] Porto… verde ácido… fim do mundo… (estática) — Letra: Paulo Branco · Ferramentas de IA: Claude (Anthropic) · Porto