
(estrofe 1) Se alguém pecar por não testemunhar, ouvindo a voz de juramento a falar, ou se tocar em coisa imunda e errar, ficando impuro sem mesmo notar. Ou se tocar cadáver de fera ou gente, sem perceber o erro presente, quando souber, será considerado culpado, trazendo a culpa diante do sagrado. (estrofe 2) Se jurar com lábios por imprudência, fazendo o mal ou o bem sem consciência, quando perceber, confessará sua falha, e sua culpa diante de Deus não se cala. Oferecerá por seu pecado cometido, conforme riqueza ou bem possuído, cordeiro, cabra ou ave sem mancha, pela transgressão que a lei deslancha. (estrofe 3) Se não alcançar um cordeiro perfeito, duas rolas ou pombas dará com efeito, uma pelo pecado, outra em holocausto, no altar queimadas em rito augusto. Se nem aves puder oferecer, trará oferta de farinha a ser, um décimo de efa, sem azeite e incenso, como expiação em gesto intenso. (refrão) A culpa confessada pede reparação, o erro exposto busca expiação, assim ordenava o antigo mandado, com sangue e farinha no altar derramado. (refrão especial) Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção: O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação. O que não for coerente com a vida e ensinos de Jesus, É acréscimo de quem escreveu, não nos serve como luz. Deus é todo amor, nada exige, nem maltrata ninguém, Moisés e outros não entenderam, e nós falhamos também. Na Bíblia ou fora dela, Jesus é o jeito que Deus nos deu, De saber o que é Palavra, e o acréscimo de quem escreveu. (estrofe 4) Assim o sacerdote fará expiação, com farinha queimada em devoção, e o pecador será perdoado, seu erro apagado, o rito aceitado. Se tocar nas coisas santas do Senhor, fará reparo segundo o valor, com ovelha sem mancha trará na mão, e mais restituição em avaliação. (estrofe 5) Se alguém pecar sem se dar conta, a lei ordenava que não se apronta, o sacerdote trará o carneiro devido, pela culpa oculta que havia cometido. Será perdoado por sua ignorância, por ter quebrado a santa observância, mas sempre restava peso de dever, o carneiro expiatório devia trazer. (estrofe 6) Tal era a lei da oferta pela culpa, cordeiro, farinha, ou ave que supla, assim se cobrava do povo errante, que ao tropeçar se tornava vacilante. O sacerdote fazia o rito prescrito, em cada detalhe, no altar restrito, e o povo seguia com carga e temor, sem ver ainda a face do amor. (refrão) A culpa confessada pede reparação, o erro exposto busca expiação, assim ordenava o antigo mandado, com sangue e farinha no altar derramado. (refrão especial) Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção: O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação. O que não for coerente com a vida e ensinos de Jesus, É acréscimo de quem escreveu, não nos serve como luz. Deus é todo amor, nada exige, nem maltrata ninguém, Moisés e outros não entenderam, e nós falhamos também. Na Bíblia ou fora dela, Jesus é o jeito que Deus nos deu, De saber o que é Palavra, e o acréscimo de quem escreveu.

