
(Sob o Olhar do Protetor)
(Sob o Olhar do Protetor) (Verso 1) No topo do morro, onde o céu toca o chão Ergueu-se um gigante, fruto de uma união De braços abertos, vigia o horizonte Banhado na luz que nasce na fonte Encantado desperta sob o Seu olhar Sentindo o conforto de quem veio lhe visitar. (Refrão) É o Cristo Protetor, no alto do Morro das antenas Onde a imagem se levanta Abençoando a terra e as vidas tantas. Protege o Vale, o povo e o destino Guia os passos, do velho ao menino. Quem chega de longe, cansado da estrada Encontra o repouso na Sua morada. (Verso 2) Esculpido na pedra, com alma e com fé Ele encara o vento, mantendo-se em pé Não importa a tormenta ou a escuridão Ele é o farol, é a mansidão Visitantes que sobem buscando um sinal Encontram a paz em um abraço real. (Ponte) Lá de cima, o mundo parece menor A dor se dissolve, a esperança é maior Entre as nuvens e a brisa que sopra no rosto O amor do Criador se faz sempre exposto. (Falando) "Senhor, que do alto deste morro vigiais o nosso Vale, abençoai cada telhado de Encantado e cada coração que aqui habita. Que Vossos braços abertos sejam o refúgio para quem nos visita, transformando o cansaço em esperança e a dúvida em fé. Sob o Vosso olhar sereno, que a nossa cidade prospere e que nenhum filho Teu se sinta desamparado. Permanecei conosco, Cristo Protetor, hoje e sempre. Amém.") (Refrão Final) É o Cristo Protetor, no alto do Morro das Antenas Abençoando a terra e as vidas tantas Protege o Vale, o povo e o destino Guia os passos, do velho ao menino Encantado é o berço, o Cristo é a luz Que a todos abraça e ao bem nos conduz. (Outro) Braços abertos... Olhar sereno... Protegendo Encantado, Protegendo o grande Também o pequeno. ---

