
Anastácia Sou escrava do poder Manipulada pelo sistema Aprendi a obedecer Supremacia do dinheiro Que compra até o querer Vivo da fantasia Das breves emoções de ter Anastácia Não importa a cultura O modelo é sempre o mesmo Muda apenas a moldura Correntes feitas de medo Violência disfarçada de razão Necessidades impossíveis Morando dentro do coração Anastácia, quem organiza minha vida? Quem escreveu meu destino? Quem decide o que eu devo desejar? Quem tem a chave da liberdade Se eu mesma não sei onde está? Anastácia Meu nome tem tantos significados Sou prisão, sou caminho Sou sonhos aprisionados E quando a noite se aproxima E o silêncio vem me encontrar Eu procuro entre as grades Um lugar para respirar Anastácia, quem organiza minha vida? Quem tem a chave da liberdade? Se minhas correntes são invisíveis Por que é tão difícil quebrar? Eu daria tudo Tudo o que tenho e não tenho Por um beijo doce de luz Que me ensine novamente O caminho de volta a mim Anastácia... Talvez a chave esteja aqui Talvez ninguém venha me salvar Talvez a liberdade comece Quando eu decidir me encontrar.

