
Certa feita colou um pleiba com cara de imbecil Ele me viu escrevendo uma letra e me disse Também já fui rapper, tio Olhei bem a fuça do sujeito e revelei duvidar E sem perguntar se eu queria, ele começou a me contar Eu sou caipira de Osasco, tenho nojo de pisar descalço no chão Sou cantor sertanejo, finjo até que toco violão QUe se foda o rap, eu larguei, pra tocar em festa de peão Tenho nojo de pobre e favela, eu quero contrato de um milhão Comprei camisa na Fascynios , calça de couro no Brás De tão apertada meu saco tá roxo e meu pau não subiu nunca mais Comprei camisa na Fascynios , calça de couro no Brás De tão apertada meu saco tá roxo e meu pau não subiu nunca mais Eu que já sou diferente, falo porta, porteira e portão Eu tomo leite quente, moro no interiorzão Vou te falar a verdade, todo cowboy é viado Eu sou a prova mais viva que a gente senta e levanta o rabo Se eu canto um rapnejo, ou canto sertanerap Eu sou o cowboy mais playboy que não paga a madeira para os pé de breque Comprei camisa na Fascynios , calça de couro no Brás De tão apertada meu saco tá roxo e meu pau não subiu nunca mais Comprei camisa na Fascynios , calça de couro no Brás De tão apertada meu saco tá roxo e meu pau não subiu nunca mais

