
(estrofe 1) Israel partiu com tudo o que tinha, Oferecendo sacrifício em Berseba. Deus o chamou com voz que caminha: “Não temas descer, vou contigo na gleba.” Levantou-se com seus filhos e netos, Levaram bois, bens, e multidão. Desceram a terra dos novos pactos, E assim se cumpriu a revelação. (estrofe 2) E os filhos de Israel que entraram no Egito Foram contados em linhagem completa. Desde Rúben, o primogênito bendito, Até Benjamim, com sua prole repleta. Lá estavam os filhos de Judá, E de Isacar, Zebulom e Dã. Uma genealogia em marcha está, Mostrando que a bênção se expande, e não se desfaz. (estrofe 3) Com os de Lia e de Zilpa também, Vieram filhos de Raquel, a amada. José já estava no Egito há bem Longo tempo, com graça honrada. Setenta ao todo era a multidão, Casa de Jacó que agora avança. José envia carros com emoção, Para o reencontro que traz esperança. (refrão) Deus vai conosco mesmo em terra estranha, E faz da dor, caminho de salvação. Ele transforma a alma que apanha Em berço novo de consolação. (estrofe 4) Jacó, ao ver José, quase desaba, E disse: “Agora posso morrer em paz. Vi teu rosto e tua vida não acaba, Eis-me completo, como Deus me traz.” José explicou como deveriam viver E o que dizer ao Faraó sobre o ofício. Pois eram pastores em seu proceder, E Gósen seria o novo início. (estrofe 5) Assim termina a travessia da dor Com um abraço selado pela fé. Deus guiou cada passo e favor, Com promessas que a graça reveste até. Da fome nasce a comunhão, Do Egito, brota provisão sem fim. E em cada geração, Deus repete: “Estou aqui, sim.” (ponte) Mas só é Palavra do Deus de amor O que for coerente com o Filho Senhor. Velho ou Novo, só há resplendor Onde há justiça, verdade e ardor. (refrão) Deus vai conosco mesmo em terra estranha, E faz da dor, caminho de salvação. Ele transforma a alma que apanha Em berço novo de consolação.

