
MURALHAS DA ETERNIDADE
MURALHAS DA ETERNIDADE Verso 1 Na forja do silêncio antigo Onde os sonhos começam a arder Nasce um eco de aço e fogo Que o tempo não pode prender Nas sombras de torres de ferro Há vozes que chamam por mim Sussurram segredos proibidos De mundos que ainda não têm fim Pré-Refrão E na chama fria do destino Vejo o céu rasgar-se no ar Refrão Delírios na minha mente Tempestades dentro de mim Visões que queimam o presente Como relâmpagos sem fim Entre ruínas e estrelas Ouço o metal despertar E nas veias da noite eterna O futuro começa a gritar Verso 2 Cidades de aço adormecidas Esperam o trovão acordar Entre máquinas e velhos deuses Há um destino a chamar Nos espelhos da noite profunda Vejo o amanhã refletir Como um fogo nas mãos do tempo Pronto para renascer e destruir Ponte (épica) Se o mundo cair no silêncio E as estrelas deixarem de arder Ainda haverá no ferro da alma Uma razão para viver Refrão Final Delírios relâmpago na minha mente Visões gravadas no céu O grito de um profeta de aço Que o tempo nunca vence E quando o último eco soar Nas muralhas da eternidade O ferro guardará os sonhos Da nossa própria verdade.

