(Luca – Verso 1) Desde o dia em que nascemos, foi escrito assim, Dois reinos, duas coroas, um só destino sem fim. Nos diziam que um dia seríamos um só, Mas meu coração já sabia antes mesmo de nós. (Dellaylla – Pré-refrão) E nos ventos escuto os sussurros do amanhã, Um futuro sem fronteiras, onde a paz reinará. (Refrão – Ambos) Se o destino nos uniu, por que tememos tanto amar? Se nascemos um pro outro, por que temos que negar? Do silêncio nasce a chama, do olhar surge a canção, Prometi ser tua sombra, mas quero ser tua paixão. (Luca – Verso 2) Crescemos sob olhares, sob ordens e dever, Cada passo que eu dava me levava a você. Mas na dança dos quinze outonos, tudo se revelou, No brilho dos teus olhos, meu reino se encontrou. (Dellaylla – Pré-refrão) Nos esperam com promessas de grandeza e esplendor, Mas tudo que eu desejo é reinar em teu amor. (Refrão – Ambos) Se o destino nos uniu, por que tememos tanto amar? Se nascemos um pro outro, por que temos que negar? Do silêncio nasce a chama, do olhar surge a canção, Prometi ser tua sombra, mas quero ser tua paixão. (Dellaylla – Verso 3) Há rumores nos salões sobre nosso olhar, Dizem que a realeza não nasceu para amar. Mas quando tocas minha mão, sei que é maior, Nosso amor será lenda, forte como o sol. (Luca – Verso 4) E se as coroas pesam sobre o que sentimos, Que sejam só símbolos do que juntos construímos. Pois mais do que herdeiros de um reino a governar, Somos corações que nasceram pra se encontrar. (Dellaylla – Ponte) Deixemos que o tempo escreva nossa história com luz, Seremos esperança, como o sol que reluz. (Luca – Ponte) E se os tronos nos esperam, que esperem mais um pouco, Pois agora és minha estrela, meu coração, meu porto. (Refrão Final – Ambos) Se o destino nos uniu, não há mais como escapar, Se nascemos um pro outro, é hora de aceitar. Que os sinos toquem alto, que o mundo possa ver, Que o amor escrito em fogo nunca irá se perder. (Final – Dellaylla) Então vem, meu amor, que o mundo pode esperar, Pois se fomos prometidos, eu só quero te amar. ---