Lembro do cheiro do campo, da brisa no amanhecer, Das vozes do passado e do simples bem viver. Os caminhos da infância, memórias a se revelar, Na distância, o coração insiste em voltar. Entre as folhas do tempo, guardo um doce lamento, A saudade que me abraça, acende a luz do sentimento. Saudade da terra, onde a vida é canção, Cada lembrança é um verso, pulsa forte o coração. Nas trilhas do passado, encontro a razão, De valorizar a raiz e viver a tradição. Em cada rua dessa cidade, ecoa um pedaço de lar, Entre o concreto e a esperança, sinto o querer de voltar. No compasso das recordações, a história se faz presente, E a memória da terra brilha eternamente. Oh, minha terra, terra querida, Terra que chama, sempre me convida. Repetem-se os ecos: voltar, voltar, Na batida do peito, a raiz a pulsar. Saudade da terra, onde a vida é canção, Saudade da terra, onde reside a emoção. Cada lembrança, cada verso, ecoa a tradição, Saudade da terra, minha eterna inspiração. Terra, terra, oh terra – repete o coração, Em cada canto, em cada rima, vive a mesma paixão. De voltar à raiz, de celebrar a nossa história, Saudade da terra: eterna memória, eterna glória.