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ANÚBIS CAMINHA ENTRE OS MORTAIS

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V6-MINI

[Introdução – Sussurros e tambores] Quando a última luz desapareceu... Quando os mortos começaram a falar... Uma figura atravessou as ruas... E a morte encontrou um novo caminho. [Verso 1] Era meia-noite quando a cidade apagou, Uma névoa negra pelas avenidas se espalhou. Os cães começaram a uivar sem parar, E uma criatura surgiu no meio do luar. Cabeça de chacal, olhos como carvão, Uma armadura negra cobrindo seu coração. Não carregava armas, não precisava lutar, Pois todos os vivos sentiam a morte se aproximar. [Pré-refrão] Os antigos livros começaram a se abrir, Os nomes esquecidos voltaram a surgir. Uma voz atravessou a escuridão: "Chegou a hora de pesar cada coração!" [Refrão] Anúbis! O guardião voltou! Das terras dos mortos, sua sombra despertou! Anúbis! O julgamento começou! Entre os vivos e os mortos, seu poder se revelou! Na balança do destino não existe perdão, Toda mentira será revelada na escuridão. Anúbis! Senhor da eternidade! Caminha entre os mortais trazendo a verdade! [Verso 2] As câmeras registraram sua aparição, Mas nenhuma imagem mostrava sua expressão. Nos hospitais, os mortos começaram a levantar, Não para atacar, mas para testemunhar. Um homem desapareceu diante da multidão, Deixando apenas areia dentro de sua mão. Os líderes do mundo tentaram negociar, Mas nem ouro nem poder poderiam o comprar. [Pré-refrão] Os pecadores começaram a fugir, Os inocentes não sabiam para onde ir. E no alto dos prédios, uma sombra apareceu, Anunciando que o julgamento finalmente desceu. [Refrão] Anúbis! O guardião voltou! Das terras dos mortos, sua sombra despertou! Anúbis! O julgamento começou! Entre os vivos e os mortos, seu poder se revelou! Na balança do destino não existe perdão, Toda mentira será revelada na escuridão. Anúbis! Senhor da eternidade! Caminha entre os mortais trazendo a verdade! [Ponte – Voz grave e coral sombrio] "Vocês construíram impérios... Criaram máquinas para desafiar os céus... Esqueceram os mortos... E acreditaram que a morte também os esqueceria. Eu sou aquele que conhece o último caminho. Eu sou aquele que pesa o coração. E nenhum homem poderá fugir de mim." [Verso 3] Agora os templos brilham sob a luz da lua, Uma procissão de sombras atravessa a rua. O mundo inteiro espera pelo amanhecer, Sem saber quem terá direito de viver. Mas uma criança caminhou até o deus, Sem medo dos olhos ou dos poderes seus. Anúbis abaixou sua cabeça lentamente, Pois ainda existia bondade entre aquela gente. [Refrão final] Anúbis! O guardião voltou! O antigo julgamento a Terra alcançou! Anúbis! A verdade revelou! Até mesmo um deus diante da bondade se calou! Na balança do destino existe uma decisão, Nem toda alma merece condenação. Anúbis! Senhor da eternidade! O mundo moderno conheceu a divindade! [Final – Sussurro] A morte não chegou ao mundo... Ela apenas veio buscar respostas.