
A vida é estranha
[Intro – Atmosférico, piano com eco] “Sempre quis voltar no tempo… Mas será que eu mudaria mesmo?” [Verso 1 – Melancólico, guitarras limpas] Se eu tivesse o poder de parar o mundo Guardaria teu riso num segundo profundo Rebobinaria as frases que não disse E talvez, no silêncio, encontrasse o que me cobre de cicatriz [Pré-Refrão – Crescendo suave] Mas cada escolha tem um preço a cobrar E até o tempo não consegue perdoar [Refrão – Explosivo, guitarras distorcidas] A vida é estranha, eu sei E tudo muda quando eu penso em voltar Entre erros e medos que criei Eu só queria mais uma chance pra tentar A vida é estranha, eu sei Mas se o tempo se quebrar Talvez eu mesma me perca Sem nunca me encontrar [Verso 2 – Bateria mais marcada] Se eu pudesse reviver cada despedida Daria um abraço a mais antes da partida Mas e se eu trocar a dor por outra pior? Será que eu suporto o peso de ser meu próprio sol? [Pré-Refrão – Mais intenso, voz quase sussurrada] Quem controla o tempo nunca vive o agora E quem congela o instante nunca vai embora [Refrão – Reforçado, backing vocals sombrios] A vida é estranha, eu sei E tudo muda quando eu penso em voltar Entre erros e medos que criei Eu só queria mais uma chance pra tentar A vida é estranha, eu sei Mas se o tempo se quebrar Talvez eu mesma me perca Sem nunca me encontrar [Ponte – Atmosférica, sintetizadores etéreos] Se eu fechar os olhos, o mundo some Se eu abrir demais, já não sei meu nome O relógio gira, me deixa em vertigem Sou só memória presa na própria origem [Refrão Final – Mais épico e desesperado] A vida é estranha, eu sei Mas eu não vou parar de sonhar Mesmo que eu erre outra vez Prefiro cair do que não arriscar A vida é estranha, eu sei E se o tempo me levar Vou deixar minha voz gravada Pra alguém me lembrar [Outro – Piano lento, ecoado] “…ou será que o tempo sempre ri da gente?”


