
(estrofe 1) Contando o cristianismo... é lembrar dias em que o pranto se espalhou, e muitos esperavam encontrar a mão que o Mestre ensinou. (estrofe 2) Enquanto a fome batia à porta, e o medo percorria o chão, houve quem guardasse a resposta nos arquivos da tradição. (estrofe 3) A tempestade crescia no horizonte, levando casas, pão e esperança, mas alguns vigiaram a ponte sem atravessar a distância. (estrofe 4) Discussões ocupavam salões, doutrinas buscavam definição, enquanto multidões e nações clamavam por compaixão. (refrão) Mas Jesus caminhou para a dor, onde a lágrima fazia morada; o verdadeiro sinal do amor é a mão estendida na estrada. (estrofe 5) O relógio marcava urgência, não o tempo da erudição; a vida pedia presença, não apenas argumentação. (estrofe 6) O samaritano não perguntou quem pensava igual ou diferente; simplesmente se aproximou e socorreu o sobrevivente. (estrofe 7) O pão repartido na mesa vale mais que longa discussão; a misericórdia é a certeza que vence toda divisão. (refrão) Mas Jesus caminhou para a dor, onde a lágrima fazia morada; o verdadeiro sinal do amor é a mão estendida na estrada. (estrofe 8) Não é a torre mais elevada que revela o Reino de Deus, mas a ferida restaurada nos caminhos dos filhos seus. (estrofe 9) A fé floresce quando serve, sem calcular recompensa ou favor; é no cuidado que se preserva a memória do Salvador. (estrofe 10) Se a Igreja guardar seu chamado, não deixará ninguém sem pão; verá em cada necessitado o próprio Cristo em aflição. (refrão) Mas Jesus caminhou para a dor, onde a lágrima fazia morada; o verdadeiro sinal do amor é a mão estendida na estrada.

