🌬️ Quando o Ar Lembrar de Respirar 🌿 [Intro – suave] respiração… violão dedilhado [Verso 1] 🌬️ Quando o ar lembrar de respirar 💔 E a dor, cansada, decidir sossegar 🤫 Quando o silêncio falar sem ferir 🏠 E a casa — enfim — aceitar o vazio 🪞 Quando o nome doer menos no peito E o espelho parar de mentir tão bonito ⏳ Quando o tempo, traidor, engolir as horas Que nos deixaram pelo caminho 🌊 Quando o rio dentro de nós se inverter E carregar o que sobrou pra longe 🔇 Quando o eco se calar sem fugir 🔥 E o fogo aceitar que também precisa dormir — [Pré-refrão 1] 🌱 É aí que o depois começa. [Verso 2] 🛏️ Quando a cama esfriar sem culpa 🌱 Quando o chão abrir mas não engolir 💭 Quando o sonho se desfizer sem ruído ✨ E o toque que faltou se levantar do pó 🎶 Quando as ruas sem música sussurrarem Uma dança que ninguém ensaiou 💡 Quando a luz voltar sem prometer nada E o medo passar sem pedir licença ❤️ Quando o peito, aos poucos, desalagar E o relógio cuspir o que nos roubou — [Pré-refrão 2] 🌅 É o instante em que o fim se reinventa. [Ponte / Refrão final – crescendo] 🤍 E se, nesse sopro, você ainda estiver aqui Quando o ar lembrar de respirar mais uma vez — 🔥 Então a espera vira revolução 🤫 O silêncio vira caminho 🌱 A ausência vira semente 🩸 A ferida vira voz [Outro – sussurrado → pleno] 🌿 E talvez — só talvez — No meio desse caos que aprende a ser canção 👀 A gente se encontre Onde o tempo parar de doer 🌬️ E respire junto.