Noites de Veludo (Verso 1) Quando a luz se apaga e a estrela acende, O meu coração só por ti entende. Deixamos o mundo lá fora a esperar, Pois tudo que importa é o nosso lugar. Teu abraço é o cais, meu descanso e meu ar, A única estrada que eu quero trilhar. (Refrão) É como deitar num colchão de veludo, Suave, tão macio, refazendo tudo. As noites de veludo, o toque sutil, Em que o mundo é nosso, doce e gentil. Estar com você é a sensação, De ter a ternura na palma da mão. (Verso 2) Não há rugosidade, não há mais pesar, Só a leveza que me faz voar. O cheiro do teu cabelo, a paz do teu olhar, É a manta de seda que vem me aquecer. Deito a cabeça e o medo se vai, Pois sei que em teus braços a alma se refaz. (Refrão) É como deitar num colchão de veludo, Suave, tão macio, refazendo tudo. As noites de veludo, o toque sutil, Em que o mundo é nosso, doce e gentil. Estar com você é a sensação, De ter a ternura na palma da mão. (Ponte) (Ah, essa paz... Não tem fim.) Tudo que preciso encontro em teu calor, Aveludado é o nosso amor. (Refrão) É como deitar num colchão de veludo, Suave, tão macio, refazendo tudo. As noites de veludo, o toque sutil, Em que o mundo é nosso, doce e gentil. Estar com você é a sensação, De ter a ternura na palma da mão. Deitar... (Veludo...) {Com você...}