
(estrofe 1) Vieram ao Egito com Jacó, Rúben, Simeão e Levi. Doze tribos, povo sem dó, Multiplicaram-se ali. E os hebreus cresceram em vida, Tornaram-se fortes em multidão. Mas no poder houve investida, Um rei temeu sua expansão. (estrofe 2) “Se houver guerra, irão fugir!” Disse o Faraó com ansiedade. “Devemos o povo oprimir, Para manter nossa cidade.” Ergueram cidades de aflição, Pitom e Ramessés no chão quente. Mas quanto mais dura opressão, Mais crescia aquela gente. (estrofe 3) Faraó então foi mais cruel, Ordenou afligir com rigor. Com tijolo e barro a granel, Pisavam o povo com horror. E vendo que ainda cresciam, Chamou parteiras com vil intento: “Matem os meninos que nasciam!” Mas elas temeram o mandamento. (refrão) Poderes erguem opressão, Mas Deus escuta a voz ferida. Na escuridão da humilhação, Brotará esperança e vida. (estrofe 4) As parteiras mentiram ao rei: “Elas são fortes, dão à luz sem ajuda.” Deus abençoou o que elas fez, E cresceram como tribo segura. Então o rei do Egito ordenou A todo povo do seu país: “Lancem ao Nilo todo varão!” Mas poupem a filha que o ventre diz. (estrofe 5) O Egito se encheu de temor Por um povo sem espada ou exército. Mas o poder com ódio e rancor Fez do ventre um campo de sacrifício. Tantos meninos lançados no rio, Mães chorando o leite sem filhos. Enquanto o rei, duro e sombrio, Transformava o berço em trilhos. (estrofe 6) No entanto, há semente de justiça Guardada no útero da opressão. E um menino virá por premissa Pra libertar toda essa nação. Deus não se cala diante da dor, Nem fecha os olhos pro clamor. Do meio da lama surgirá amor, Com nome de paz e libertador. (refrão) Poderes erguem opressão, Mas Deus escuta a voz ferida. Na escuridão da humilhação, Brotará esperança e vida. (refrão final) Mas lembre: só é divina escritura O que caminha com Jesus e Seu olhar. Só é Palavra, justiça e ternura, O que com o Cristo se possa alinhar.

