
(estrofe 1) Do pó veio o homem, chamado a plantar, com suor no rosto, a vida a buscar, mas em Cristo surge um labor diferente, serviço com graça, sentido presente. ... (estrofe 2) Não é maldição, nem sentença cruel, trabalhar com a terra debaixo do céu, mas parceria divina que inspira a mão, transformando o fardo em renovação. ... (estrofe 3) O Éden perdido trouxe desilusão, a lida tornou-se sinal de opressão, mas o Deus de Jesus caminha comigo, faz do trabalho lugar de abrigo. ... (refrão) Adão recebe a dor de semear, mas Deus em Cristo vem transformar: não punição, mas vida e missão, propósito eterno em cada ação. ... (estrofe 4) Arar o chão já não é castigo, quando sei que o Senhor é comigo, a colheita é fruto da comunhão, que brota em justiça e compaixão. ... (estrofe 5) Jesus carpinteiro soube ensinar, que a obra humana pode salvar, com mãos que constroem e olhos que veem, o Reino desponta em quem nele crê. ... (estrofe 6) Do suor brota pão, alimento de amor, não sentença fria, mas semente de flor, trabalhar não é só padecer, é criar com Deus, é também renascer. ... (refrão) Adão recebe a dor de semear, mas Deus em Cristo vem transformar: não punição, mas vida e missão, propósito eterno em cada ação. ... (estrofe 7) Antes preguei com dureza e temor, que o labor era chaga, pesado rigor, mas hoje percebo, em Cristo aprendi, a lida é santa quando feita por ti. ... (estrofe 8) Perdão, Senhor, por ter confundido, teu rosto em Jeová tão endurecido, quando no Cristo revelas, enfim, que o fardo é leve, descanso sem fim. ... (ponte) Choro lembrando sermões de rancor, que feriram irmãos em nome do Senhor, mas era um Deus que não era o teu, era só peso que a religião ergueu. ... (refrão) Adão recebe a dor de semear, mas Deus em Cristo vem transformar: não punição, mas vida e missão, propósito eterno em cada ação. ... (refrão final) Teu amor me cobre, não me condena, mesmo perdido em visão tão pequena, induzido por líderes sem compaixão, em ti encontro trabalho e perdão.

