
Às vezes, amar não é segurar… é soltar a mão pra não machucar mais. Essa é a minha verdade, Dayane.” [Verso 1] “Aos quatorze mudei de calçada, bairro novo, vida mudada Vi seu rosto na grota, a imagem ficou gravada Dayane, o nome que eu não esqueci Três anos de espera até que eu te conheci Namoro escondido, o pai não podia saber Onze meses no sigilo, era só eu e você.” [Verso 2] “Quis oficializar, mas o ‘não’ dele foi o fim Duas semanas sem seu beijo, um deserto dentro de mim Naquela mesa da praça, o seu silêncio me cortou Pedi pra voltar três vezes, e você nada falou Saí dali perdido, com a mente dando nó E no erro de um segundo, me senti bem pior.” [Hook] “O seu silêncio me causou aflição E no erro de um momento, traí meu coração A Lara apareceu, o veneno ela jogou E o que era pra ser eterno, a fofoca desandou Dói te ver sofrer, dói te ver chorar Por isso eu arrumo as malas, eu preciso me mudar.” [Verso 3] “A humilhação na escola, o peso no meu peito A Lara jogou sujo, não teve outro jeito Pra não te ver sofrer com a minha presença ali Fui morar com meu pai, foi o jeito de eu sumir O amor da minha vida agora é minha saudade Deixei meu coração naquela vila, de verdade.” [Outro] “O peso do silêncio… a dor de ter que ir… Pra não te machucar… eu tive que partir.

