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DEUS QUE USA A FOME COMO PUNIÇÃO

(ESTROFE 1) No Egito antigo, José interpreta sonhos a ver, Mas a fome chega, dizem, por vontade de Deus fazer, Famílias choram, a terra seca, sem nada a prover, Enquanto Cristo multiplica pães, faz a vida florescer. ... (ESTROFE 2) As pragas da escassez parecem divinas, cruéis, Homens passam fome, crianças choram pelos céus, Mas Jesus demonstra amor, cuida dos fiéis, E ensina que o Pai jamais pune com tais véus. ... (ESTROFE 3) O trigo é retido, o povo sofre sem pão, E a história diz que é plano, plano do Senhor, então, Mas o Filho revela outro caminho de compaixão, Alimenta multidões com milagres de coração. ... (REFRÃO) Não, Senhor, tu não és o Jeová que traz fome e dor, Nem o Deus que usa privações como rigor, O Pai de Jesus é amor que multiplica o valor, Trazendo vida e alimento em cada gesto de amor. ... (ESTROFE 4) Os armazéns cheios, mas a fome persiste, A narrativa antiga confunde e insiste, Mas Cristo ensina que Deus não faz mal, não resiste, Seu amor é abundância, que nunca se desiste. ... (ESTROFE 5) Povo aflito em campos secos, contando o pão, O Antigo Testamento diz “foi vontade de Deus, então”, Jesus mostra outro rumo, a mão estendida à multidão, O Pai de Jesus é vida, cura e salvação. ... (ESTROFE 6) Fome como castigo, medo e confusão, Mas o Filho multiplica e oferece o coração, Nada falta ao fiel que crê na salvação, Jesus revela o amor, sem fome ou opressão. ... (REFRÃO) Não, Senhor, tu não és o Jeová que traz fome e dor, Nem o Deus que usa privações como rigor, O Pai de Jesus é amor que multiplica o valor, Trazendo vida e alimento em cada gesto de amor. ... (ESTROFE 7) Perdoa-me por crer em castigos e planos frios, Por aceitar a fome como “justiça dos rios”, Hoje vejo que o Pai é alimento e abrigo, E Cristo revela verdade, derrubando antigos desvios. ... (ESTROFE 8) Meu coração agora descansa na promessa de Jesus, O Deus que não traz fome, mas dá luz, Que multiplica pães, cura feridas, conduz, E nos dá vida eterna, em amor que reluz. ... (PONTE) Perdoa-me, Senhor, por acreditar que a fome vinha de ti, Por achar que punição era justiça a servir, Mas teu Filho revela um Pai que só quer suprir, Multiplica pães, multiplica amor, ensina a seguir. ... (REFRÃO) Não, Senhor, tu não és o Jeová que traz fome e dor, Nem o Deus que usa privações como rigor, O Pai de Jesus é amor que multiplica o valor, Trazendo vida e alimento em cada gesto de amor. ... (REFRÃO FINAL) Agora descanso em ti, Jesus, pão da vida e luz, Tua compaixão nos alcança e nos conduz, Nada falta, tudo renova, e a alma reluz, Deus conosco, perfeito amor que nos seduz.