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Saudades Que o Coração Não Segura volume 2026🇦🇴

V4.5-ALL

Intro (voz sentida, quase falada) Ai minha banda… Falar de vocês é falar da minha vida… São saudades que o coração não segura… ⸻ Verso 1 Falar de vocês é falar de raiz De vinte anos que me fizeram feliz Nando Ice Cream, sempre presente Betinho do BPC, homem da primeira linha, valente Tio Lubamba, juventude a crescer Dedé Kaiungua, respeito a florescer Gildo P ponto, meu forte abraço Fabiano Shikonequene, irmão do meu passo Benvido Hafeni, amizade sincera Agostinho Chipoke fintava na esfera Lá no campo do Zeca poeira subia E o bairro inteiro sorria Canhoto firme, Castilhos no peito Cota José Amado, palavra com respeito Xuxu Kaitungua, Jordão na moral Bololô no canto, cuanhama leal ⸻ Refrão (forte, emocional, com coro) São saudades… Que o coração não segura Cunene é sangue… É raiz que dura São saudades… Do tempo que não volta mais Mas a banda vive Nos nossos sinais ⸻ Verso 2 Gogui rei das farras da noite Jaco americano com fofoca e açoite Dangex Frederico, pausado e irmão Resolvia problema sem confusão Héctor Charles Morais, amizade de fé Julay deixou marca que ninguém apaga é Padrinho Agnaldo – Vado presente Mandume Rager, coração valente Nando da Admar Damião na luta Raider Lando, amizade absoluta Tantas farras com o cota Turra Paulada firme que ninguém segura Mas hoje os tempos não são iguais O vento mudou nos quintais Mesmo assim quando fecho os olhos Ainda ouço os nossos atabaques ⸻ Refrão ⸻ Verso 3 (mais profundo, mais emocional) Dedé Caingua, puto educado Magno Kaitungua sempre alinhado Castilhos lembra cota Dilma Bangula chama Dalia Sapanalwe na memória tranquila Ruas do Zeca ainda me chamam Tia Mina mãe do Dj Jamaica Mana Gena Mutinde presente Mireth, Rosita, Assunção na mente Buchinha filha da Mbuida Avozinha do Nafinde, comadre da vida Valentim meu irmão Caetano Major Cinco na missão Mantonas do Besa, camarada Pungo Pick da Casa Cristal no fundo Abrantes e Mike Lupeke no Kakuluvale Cota Dino Ramboia lá no Cafito vale Tira barriga jogos de domingo Kilamu da AGT, irmão que eu brindo Chicote rei das brocas na estrada Tate Calomo, palavra sagrada Do Cuvelai ao Curoca Santa Clara até Chitado Com Mbambi dos Santos ao lado Ai meu Cunene… chão amado ⸻ Ponte (voz quase a rasgar) Se o tempo passa e leva a idade Não leva a nossa amizade Banda é escola, é identidade É lágrima misturada com felicidade ⸻ Refrão Final (mais intenso, tambores mais fortes, sax alto) São saudades… Que o coração não segura Cunene é sangue… É raiz que dura São saudades… Que o tempo não apaga Enquanto houver batuque A nossa história não acaba ⸻ Outro (voz rouca, quase sussurro) Ai minha banda… Vocês são minha vida… E a vida… Não se esquece…