
(estrofe 1) O Éden fechado, a espada a brilhar, homem e mulher sem poder voltar, mas Cristo anuncia um novo jardim, portas abertas que não têm fim. ... (estrofe 2) A expulsão contou uma dor sem igual, um Deus severo, decreto fatal, mas em Jesus vejo outra visão, abraço eterno, pura inclusão. ... (estrofe 3) Se antes vi portas fechadas no chão, hoje percebo acesso em perdão, Jesus não expulsa, Ele faz voltar, sua mesa é vida para partilhar. ... (refrão) O homem e a mulher foram banidos, mas em Cristo são bem-vindos, não há expulsão arbitrária, há reconciliação solidária. ... (estrofe 4) O medo marcou o caminho tristonho, mas Deus em Cristo reacende o sonho, não somos proscritos, nem renegados, somos chamados, somos amados. ... (estrofe 5) A queda pintada como fim sem saída, transforma-se em graça, nova guarida, Jesus é o Éden que se abriu em luz, vida abundante que sempre seduz. ... (estrofe 6) Se a espada girava, feroz, ameaçava, o Cristo na cruz sua vida entregava, não para expulsar, mas para atrair, a todos à mesa, ao pão repartir. ... (refrão) O homem e a mulher foram banidos, mas em Cristo são bem-vindos, não há expulsão arbitrária, há reconciliação solidária. ... (estrofe 7) Preguei um Deus que fechava a porta, que via na queda sentença morta, mas hoje percebo, na luz do Senhor, que Ele é caminho, verdade e amor. ... (estrofe 8) Perdão, Senhor, por minha cegueira, confundi teu rosto com a lei severa, mas no Cristo encontro o lar perdido, nele descanso, nele sou recebido. ... (ponte) Choro lembrando da exclusão pregada, minha voz feriu, minha lei cortava, mas era o peso de Jeová sem amor, não tua face, Jesus, bom Pastor. ... (refrão) O homem e a mulher foram banidos, mas em Cristo são bem-vindos, não há expulsão arbitrária, há reconciliação solidária. ... (refrão final) Teu amor me acolhe sem condição, cura a ignorância da religião, mesmo iludido por líderes sem paz, em ti encontro o Éden que não se desfaz.

