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GÊNESIS 47 - FOME, ALÍVIO E PROMESSA 2

(estrofe 1) José levou seus irmãos ao rei, Apresentou também o pai Jacó. Faraó perguntou: “Quantos dias tens?” E Jacó respondeu com voz sem dó: "São poucos e maus os anos da vida, Não se igualam aos pais que vieram." Faraó consentiu em boa acolhida, E os hebreus em Gósen prosperaram. (estrofe 2) José deu terras e sustento em paz, Como o rei ordenara ao seu favor. Em tempo de fome, ele fez o que faz Quem administra com sabedoria e amor. Compraram-se terras com prata e gado, Depois os corpos e vidas também. O povo dizia: “Nos tem livrado, Sejamos servos do rei, está tudo bem!” (estrofe 3) José deu sementes e os pôs a plantar, Com a regra de quinta parte ao Egito dar. Jacó em Gósen pôde se estabelecer, E seus dias ali começaram a crescer. Viveu cento e quarenta e sete anos, E fez um pedido com voz de saudade: “Não me enterre em terra dos faraós humanos, Mas leve-me à cova da minha verdade.” (refrão) Mesmo em solo estranho há bênção fiel, Se a mão que governa busca compaixão. A promessa de Deus vem com mel, No meio da fome, nasce a salvação. (estrofe 4) José jurou por sua própria mão Que cumpriria o pedido final. E assim, com paz no coração, Jacó aguardava seu sono eternal. O povo do Egito foi preservado, Ainda que à custa da liberdade. Tudo foi negociado e selado, Com leis que duraram de verdade. (estrofe 5) Mas só é revelação o que é vida, O que é coerente com Jesus e paz. Nem toda servidão é bem-vinda, Nem todo governo é justo demais. A Palavra de Deus é viva e eterna Se brota do amor, justiça e luz. Do contrário, é acréscimo da terra, E não a vontade do Cristo Jesus. (ponte) Seja Velho Testamento ou Novo, A Palavra só é de Deus de fato Se espelha no Messias do povo Que nunca tratou ninguém como trato. (refrão) Mesmo em solo estranho há bênção fiel, Se a mão que governa busca compaixão. A promessa de Deus vem com mel, No meio da fome, nasce a salvação.