(estrofe 1) No céu se ergue um sinal colorido, um pacto selado após tanto gemido, mas o sangue das águas ainda clama, da dor que o amor jamais proclama. ... (estrofe 2) Prometer não mais afogar multidões, depois de punir com marés de prisões, soa mais duro que terno consolo, um arco que brilha, mas guarda o estorvo. ... (estrofe 3) Será que o Deus revelado em Jesus, manchou com tragédia o arco da luz? Não, pois na cruz Ele estende perdão, e não devasta, mas dá salvação. ... (refrão) Promessa é vida, não castigo brutal, não cabe em Cristo vingança fatal, o arco é sinal de esperança e bondade, não de um juízo que mata a verdade. ... (estrofe 4) Jeová das guerras ergueu sua mão, mas Cristo trouxe outra direção, não o dilúvio que apaga a esperança, mas nova vida que nunca cansa. ... (estrofe 5) O arco no céu brilha sem temor, mas só em Jesus encontro amor, pois o Senhor que é manso e compassivo, não destrói a vida, faz tudo vivo. ... (estrofe 6) Deus não precisa provar poder, com rios que matam sem nada entender, Ele se mostra em abraço e ternura, não na chacina vestida de fúria. ... (refrão) Promessa é vida, não castigo brutal, não cabe em Cristo vingança fatal, o arco é sinal de esperança e bondade, não de um juízo que mata a verdade. ... (estrofe 7) Arco colorido, promessa do céu, meu coração clama: não és cruel, tu és amor, és ternura serena, não um Senhor que cultiva a pena. ... (estrofe 8) Hoje entendo o que antes preguei, do Deus vingativo eu me alimentei, mas no arco vejo um outro sinal: Jesus é a paz, não o vendaval. ... (ponte) Senhor, lamento as palavras feridas, preguei contra povos, roubei-lhes a vida, a fé que dizia trazer salvação, levava espada, matava o irmão. ... (refrão) Promessa é vida, não castigo brutal, não cabe em Cristo vingança fatal, o arco é sinal de esperança e bondade, não de um juízo que mata a verdade. ... (refrão final) Teu amor me cobre, não olha meu erro, Jesus me acolhe, dissolve meu medo, mesmo enganado por líderes frios, teu coração nunca fechou os rios.