Me libertei, deixei você ir com suas algemas que me aprisionavam por anos. Deixei você ir com seus problemas e sinceridade desajeitada, percebi que era desnecessário deixar você ficar só por ficar. Deixei você ir, você, você e você. Deixei você ir, você, você e você. Lamentavelmente deixei você ir, que me quis tanto e faria de tudo para me ver feliz, mas não podia deixar você acreditar que poderia ficar. Deixei você, ei você, que me enlouqueceu com sua incoerência e insegurança encantadora, alma de menino escondida num homem poderosamente solitário. Deixei você ir, você, você e você. Deixei você ir, você, você e você. Inacreditavelmente deixei você ir, meu ícone de amor, paixão, meu único porto seguro. Isso foi difícil, mas hoje é natural. Deixei vocês irem, limpei a casa, fechei a porta, mas deixei uma janela aberta para você entrar, é você... você... o mais simples dos complicados, como uma brisa... Você me traz paz e paciência; se eu tiver que abrir a porta para você entrar, vou abrir, mas se eu tiver que deixar você ir, vou deixar essa janela aberta, e sem dor, te ver voar como uma borboleta. Deixei você ir, você, você e você. Deixei você ir, você, você e você. Se eu tiver que deixar você ir, vou deixar essa mesma janela aberta, e sem dor, te ver voar como uma borboleta.