
[Introdução] Quando o sol desapareceu, O céu em sangue escureceu, Das profundezas vieram gritos, E os monstros despertaram famintos! As cidades viraram ruínas, As florestas esconderam criaturas, Mas no meio da destruição, Uma arma brilhou em minhas mãos! [Verso 1] Caminhei por estradas mortas, Entre cadáveres e portas tortas, Vi criaturas de olhos flamejantes, Rastejando atrás dos sobreviventes. Minha espada nunca existiu, Meu escudo o tempo destruiu, Mas no alto de uma montanha esquecida, Encontrei uma dádiva divina! Um machado coberto de runas, Forjado além das estrelas e luas, Os próprios deuses me escolheram, E uma arma sagrada me concederam! [Pré-Refrão] Agora escutem meu chamado, Não vou morrer ajoelhado! Se o inferno tomou nosso chão, Vou enfrentá-lo com minhas próprias mãos! [Refrão] Eu sou o guerreiro do machado divino! Corto os monstros que cruzam meu caminho! Que venham as feras, que venha o terror, Minha arma carrega o poder dos deuses e o fogo do trovão! Eu não vou cair, não vou recuar, Mesmo que o mundo inteiro desabar! Enquanto existir uma chama em mim, Meu machado abrirá caminho até o fim! [Verso 2] Um gigante surgiu entre as montanhas, Com dentes enormes e garras tamanhas, Seu rugido fez a terra estremecer, Mas eu não tinha mais nada a perder! Levantei o machado para o céu, Sua lâmina brilhou como um sol cruel, Um raio desceu sobre minha mão, E o monstro caiu diante da explosão! [Ponte] Os deuses me deram uma missão, Mas não conhecem minha solidão, Cada batalha leva um pedaço de mim, Quantas criaturas ainda virão ao fim? [Refrão Final] Eu sou o guerreiro do machado divino! O último homem seguindo seu destino! Que venham as feras, que venha o terror, Minha lâmina será a resposta à dor! Se os deuses me deram esse poder, É porque ainda tenho muito a fazer! Enquanto o mundo não encontrar seu fim, Nenhum monstro passará por mim!

