
(estrofe 1) Chamaram de praga a vida em união, A cidade nascida da cooperação. Mas Cristo revela com Sua visão: O amor é raiz de toda expansão. (estrofe 2) Os textos antigos pintaram temor, Crescer em conjunto seria um erro. Mas o Evangelho mostrou outro ardor: Comunidade é dom verdadeiro. (estrofe 3) Na cruz Ele ergue a nova cidadela, Feita de paz, justiça e ternura. Não há castigo em morar sob a vela Do amor que cura toda amargura. (refrão) Jesus mostra que o povo se faz no amor, Não no castigo de um Deus vingador. Cidade é bênção, jardim em vigor, Fruto do abraço do bom Criador. (estrofe 4) Babel levantou-se sob maldição, Mas Cristo refaz sua fundação. A pedra rejeitada vira chão, Onde se ergue a eterna habitação. (estrofe 5) O Espírito sopra em cada nação, Chamando os dispersos à comunhão. A cidade santa não é punição, É obra de fé, ternura e perdão. (estrofe 6) As ruas se tornam espaço de encontro, Não mais sinal de juízo e confronto. Com Cristo aprendemos que o amor é pronto Para edificar sem rancor, sem ponto. (refrão) Jesus mostra que o povo se faz no amor, Não no castigo de um Deus vingador. Cidade é bênção, jardim em vigor, Fruto do abraço do bom Criador. (estrofe 7) As casas se unem em lares serenos, Os povos se tornam irmãos mais plenos. Não há fronteiras, limites terrenos, Só corações unidos e amenos. (estrofe 8) Porém confesso que já preguei guerra, Chamando o outro de praga na terra. Hoje percebo: foi cegueira que erra, Jesus é paz, não ódio que emperra. (ponte) Senhor, lamento meu falso discurso, Baseado em temor, sem nenhum recurso. Preguei a violência, sem Teu curso, Quando o Teu amor era meu percurso. (refrão) Jesus mostra que o povo se faz no amor, Não no castigo de um Deus vingador. Cidade é bênção, jardim em vigor, Fruto do abraço do bom Criador. (refrão final) Mesmo enganado, jamais me deixou, No erro profundo, sempre me amou. Os falsos mestres Seu rosto ocultou, Mas Cristo fiel minha vida guiou.

