
(estrofe 1) Li palavras cobertas de temor, Ligando a doença ao teu querer; Mas Cristo caminhou levando amor, Fazendo os enfermos reviver. (estrofe 2) As lágrimas desciam silenciosas, Buscando resposta para tanta dor; Mas tuas mãos eram bondosas, Tocando cada vida com fervor. (estrofe 3) Onde muitos enxergavam castigo, Tu contemplavas um coração; Nunca negaste teu abrigo, Ao que clamava por compaixão. (estrofe 4) O leproso encontrou teu abraço, O paralítico ouviu teu perdão; Transformaste tristeza em espaço Para nascer restauração. (refrão) Perdão, Senhor, não és o Jeová que imaginei; Não és o autor da enfermidade nem da aflição. Jesus curou os enfermos, e nele encontrei O Deus que visita os sofridos com misericórdia e compaixão. (estrofe 5) Os cegos voltaram a enxergar o dia, Os surdos ouviram tua voz; A esperança novamente florescia, Quando caminhavas entre nós. (estrofe 6) Como o orvalho renova a campina, Sem perguntar quem ali ficou; Assim tua bondade ilumina Todo aquele que a dor alcançou. (estrofe 7) Nunca celebraste o sofrimento, Nem fizeste da dor teu altar; Teu Reino trouxe alívio e alento, Chamando o cansado a descansar. (refrão) Perdão, Senhor, não és o Jeová que imaginei; Não és o autor da enfermidade nem da aflição. Jesus curou os enfermos, e nele encontrei O Deus que visita os sofridos com misericórdia e compaixão. (estrofe 8) A mulher curvada ergueu a cabeça, O homem da mão seca voltou a agir; Em cada gesto tua graça começa A ensinar o mundo a sorrir. (estrofe 9) Nem a febre venceu tua ternura, Nem a morte calou teu favor; Teu olhar semeava cura, Revelando o infinito amor. (estrofe 10) Hoje vejo tua face bendita, Refletida em Jesus, Salvador; Toda tua vontade é infinita Na esperança, na vida e no amor. (ponte) Quanto tempo atribuí ao teu coração enfermidades que esmagavam famílias inteiras, Como se o sofrimento fosse a linguagem preferida do teu cuidado. Hoje reconheço que projetei sobre ti antigos temores e interpretações passageiras, Pois em Jesus encontrei o Médico da alma e do corpo, sempre próximo do ferido e jamais satisfeito com a dor do necessitado. (refrão) Perdão, Senhor, não és o Jeová que imaginei; Não és o autor da enfermidade nem da aflição. Jesus curou os enfermos, e nele encontrei O Deus que visita os sofridos com misericórdia e compaixão. (refrão final) Agora descanso em Jesus, eterno Deus de amor; Teu coração sempre se inclina para aliviar a dor. Deus conosco, perfeito em graça e favor, Pois tua presença consola, restaura e revela teu eterno amor.

