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MALDIÇÃO SOBRE A SERPENTE 2

(estrofe 1) Rasteja, serpente, disseram com fúria, pelo pó da terra será teu alimento, mas em Cristo vejo outra liturgia, transformação que brota do sentimento. ... (estrofe 2) Não há castigo eterno para criatura, nem vingança que prende ou corrói, Jesus revela graça e ternura, redeeming all that was once destroyed. ... (estrofe 3) A serpente, antes símbolo de medo, torna-se lição de reconciliação, não há em Deus decreto enrijecido, mas convite à vida em transformação. ... (refrão) Não é maldição, é caminho de amor, Redenção brota onde houver dor, Jesus ensina que todo ser pode mudar, na ternura divina aprender a amar. ... (estrofe 4) O antigo relato impôs humilhação, transformou símbolo em culpa e temor, mas o Filho mostrou outra direção, onde a luz vence a noite e a dor. ... (estrofe 5) Não há prazer em punir eternamente, nem condenar quem apenas errou, Deus age em amor continuamente, e reconcilia tudo que Ele formou. ... (estrofe 6) Em Jesus a vida se regenera, o que parecia amaldiçoado floresce, não há punição que Ele impera, somente perdão que o mal desvanece. ... (refrão) Não é maldição, é caminho de amor, Redenção brota onde houver dor, Jesus ensina que todo ser pode mudar, na ternura divina aprender a amar. ... (estrofe 7) O símbolo da serpente nos lembra, não da ira, mas da possibilidade, de que até o erro se deslumbra sob a graça que age com bondade. ... (estrofe 8) Redenção não depende de medo ou lei, mas de amor que transforma e liberta, Cristo mostra que Deus sempre é rei do coração que se entrega e desperta. ... (ponte) Perdão, Senhor, por pregar temores, por usar a lei para controlar, hoje vejo tua luz entre dores, e aprendo apenas a amar e guiar. ... (refrão) Não é maldição, é caminho de amor, Redenção brota onde houver dor, Jesus ensina que todo ser pode mudar, na ternura divina aprender a amar. ... (refrão final) Teu amor me cobre em minha ignorância, mesmo guiado por vozes de temor, Cristo revela a eterna esperança, Deus é ternura, não castigo ou horror.