
pensava, eu, que bastava na minha história, reconhecer o que me prendia a ela, sem saber para assim caminhar livre da prisão do ser depois de tanto entender, acerca da simulação ilusória, que nos cerca foi o amor que revelou o mapa da inglória repetição que me sabota o desgosto que rasga a inocência incauta revela uma natureza inata cruel nos meios justificados os fins golpes certeiros padrões verdadeiros migalhas deixadas no caminho percorrido novelo desenrolado cenários previstos de cenas imaginadas sonhos destroçados de crianças resultadas de sonhos de criança destroçados fiéis ao familiar doloroso conhecido dele reclamamos dia após dia repetições de padrões de patrões pais, mães, mulheres, maridos filhos perdidos entes queridos fiéis ao familiar doloroso conhecido vazios cheios de significado de vicios preenchidos vazios, mas deram resultado a solução para estar isolado prontos para receber, do espírito sagrado o comunicado, o apelo, o final chamado histórias incompletas, mal contadas desenharam o mapa na estrada achámo-nos, perdidos e sem saber que são os desencontros que nos encontram e nos mostram o ser vidas que passam a vida a correr por nos apenas nos pedem uns momentos a sós reconhecer, no corpo os nós ondas de choque revelam contras e prós e os contras, contra nós pintam de dor, o amor distorcido destroçado que moldou o cenário repetido e nos faz repelir o desconhecido fiéis ao familiar doloroso conhecido dele reclamamos dia após dia repetições de padrões de patrões pais, mães, mulheres, maridos filhos perdidos entes queridos fiéis ao familiar doloroso conhecido

